passeamos no jardim de Drumonnd
e nele pastamos, caramujos poetas
sedentos de orvalho...
nos cantares de Quintana
acalanto meus ouvidos
cultivando silêncios
nos recantos a que me levam
teus versos, Brandão
pastoreio nuvens e sombras,
cores e sabores de infância.
Aqui você encontra um pouco do meu pensamento e sentimento. São garrafas lançadas ao mar virtual, na espectativa do encontro com outros sobreviventes... Palavras que buscam evidenciar, veladamente, o È.
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26.8.10
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