Aqui você encontra um pouco do meu pensamento e sentimento. São garrafas lançadas ao mar virtual, na espectativa do encontro com outros sobreviventes... Palavras que buscam evidenciar, veladamente, o È.
14.3.14
15.2.14
4.10.13
16.9.13
20.8.13
14.8.13
29.7.13
25.7.13
18.2.13
A quem?
3.2.13
19.12.12
CARTÃO DE NATAL.
Esta é a foto da Lua alinhada com Vênus que cliquei da janela um dia
desses... Virou meu Cartão de NATAL!!
15.12.12
9.12.12
29.11.12
27.8.12
23.4.12
Amizade não escolhe nem hora nem dia
Amizade é leal, é legal e faz bem
Faz o bem sem dizer a quem fez
Fez e faz tudo que pode, tudo que é capaz
Amizade é amiga, não alimenta intriga
Amizade é de graça, é semeada na praça
Amizade é surda para a crítica barata
Amizade nos ampara diante da fera
Amizade não tem medo de ser sincera
e avisa do perigo que rodeia seu amigo
Amizade é pão, amizade é trigo
Amizade é cimento que garante a construção
Amizade é fermento que faz bem ao coração
Amizade é a primeira forma de amor
Amizade é o barro do santo no andor
Amizade é o copo d'água na hora da sede
Amizade é o retrato no branco da parede
Amizade não tem preço e faz a prece
pra o amigo receber sempre tudo que merece
Amizade é o unguento que alivia
Amizade fortalece com o tempo
Amizade compartilha sua sorte
Amizade multiplica pães e peixes
e não se acaba com a morte
13.3.12
15.12.11
a eles não dou ouvidos.
Mundo novo há de vir
Há os que crêem no porvir
E na Lei dos merecidos...
Eu, porém, vivo sem pressa
O labor do dia certo
Vejo o fim, no que começa
Sinto que um dia desperto
Vejo o pó que cobre a estrada,
O vento que nela passa,
Apaga minha passada.
Uma fruta sob o sol,
Amadurece o meu dia.
Uma vela empurra o Mar...
Quem conjuga o verbo Amar?
(se soubesse, lhe diria).
18.11.11
17.11.11
1.11.11
30.10.11
20.10.11
Sentimento Poético.
O mundo é como é ... mas como é o mundo?
O mundo é como Raimundo de Drummond...
vasto vasto mundo...
Que fazer? ”Nossas réguas são curtas...
nossos relógios são lentos...”
“Olhar o mundo com os olhos de borboleta”
Olhar o mundo com olhos de poeta
(Mais vasto será o mundo)
O poeta vê o mundo, a cada piscada, um novo mundo...
O poeta vê o mundo no futuro do futuro
(tempo verbal que só o poeta conjuga)
O poeta vê o mundo no tempo presente
Sempre presente...
e pressente o presente eterno (no futuro)
O poeta vê o mundo por uma janela
Que só ele conhece...
não vê pela vala comum da televisão...
A visão do poeta está no centro de uma esfera
E vê todos os pontos de sua superfície
E entre tais pontos, milhões de realidades possíveis
E não vê apenas uma superfície
Superposições de superfícies compõem
a esfera do poeta...
(que alguns chamam de mundo)
PS: bom lembrar (É permitido dar comida aos poetas).
13.7.11
será feito de silêncio.
Profundo e contrito
silêncio...
Sem palavra de adeus
nem aos seus
nem aos meus...
Dobrarei a esquina do tempo
sem saudade, sem dor
sem vontade de ficar.
certo que fiz o que pude
e o que não pude, tentei!
Desertos e mares, são desertos.
Hoje, desperto um pouco mais.
Fecho os olhos.Vejo melhor.
Longe longe passa um navio.
Espero chegar a tempo...
2.6.11
No calor de um abraço
A saudade se desfaz
Solidão afrouxa o laço
O coração encontra a paz.
O valor do abraço amigo
Sabe bem quem o recebe
Mas quem dá também percebe
Que o abraço é um abrigo:
Cessa a dor de quem padece
de tão bom, rejuvenesce
Cala o pranto de quem chora
Ganha um abraço quem dá
Melhor presente não há
por isso lhe abraço agora!
25.5.11
nas horas de perdas,
os caminhos do coração.
lá estamos nós, em comunhão,
compondo canções que azulam o céu,
que anelam os laços do Amor que re-une.
silencie, não cante, nem conte
o tempo que foi.
Tempo virá em que o tempo será só lembrança
e faremos de nuvem e sonho
novos brinquedos de criança...
23.5.11
17.5.11
10.5.11
13.4.11
12.4.11
8.4.11
4.4.11
canção do moinho
a pedra de mó
que o moinho movia
moeu a saudade
no meu coração
o vento ventando
a ventana vazia
virou ventania
a minha canção
agora nem porto
nem sonho ou quimera
nem mera esperança
nem vinho nem pão
a pedra de mó
que movia o moinho
puída no tempo
não mói mais não.
arquitetura necessária
a janela, pode ser a porta.
o coração, a horta semeada...
a florescer
flor e ser
flores ser
sonhar cores passadas
juntar pétalas de esperança
e brincar com as nuvens
30.3.11
25.3.11
17.3.11
3.3.11
1.2.11
24.1.11
Forma & Forma
Abobrinha, macaxeira, açafrão,
Cebolinha, manjerona e jerimum,
Berinjela com alface e almeirão,
Alcachofra com farofa e guaiamum
Escarola, mandioca e pimentão
Batatinha, rabanete com ervilha
Beterraba, acelga, manjericão
Couveflor cambuquira com lentilha
Na forma de pão faço tijolo (^)
Na forma de tijolo faço pão (^)
Se na forma sem beleza, sem consolo (´)
Faço tudo que quiser minha intenção
Pois na forma e na forma cabe tudo (^), (´)
Mas nem sempre sentimento e emoção.
19.1.11
7.1.11
28.12.10
27.11.10
18.11.10
13.11.10
5.11.10
1.11.10
27.10.10
24.10.10
ela e eu
eu e ela
sonhando a semente da Arte
semeando sonhos de Beleza e Verdade...
Pintando e recriando a vida,
repisando passos passados
que o tempo desbotou...
Restaurando, reconstruindo
os castelos, os cabelos, os critérios...
Seguir, sempre seguindo e semeando
perguntas e destinos...
destemidos, ciganos,
sigamos!
avante!
27.9.10
25.9.10
24.9.10
3.9.10
31.8.10
26.8.10
22.8.10
18.8.10
15.8.10
26.7.10
15.7.10
8.7.10
2.7.10
29.6.10
(foto: Peça teatral "PELEJA DE ZÉ DE MATOS COM O BICHO BABAU NAS RUAS DO CRATO" de José Flávio Vieira.2006. Música de Cena: Abdoral Jamacaru e João Nicodemos. A peça foi premiada em várias mostras pelo Ceará, inclusive como melhor música de cena.Com a minha rabequinha
eu nunca me sinto só
sinto pena, tenho dó
da tristeza que eu tinha...





























