POEMAS DO NICODEMOS

Aqui você encontra um pouco do meu pensamento e sentimento. São garrafas lançadas ao mar virtual, na espectativa do encontro com outros sobreviventes... Palavras que buscam evidenciar, veladamente, o È.

15.12.11

Olvidei os advinhos
a eles não dou ouvidos.
Mundo novo há de vir
Há os que crêem no porvir
E na Lei dos merecidos...


Eu, porém, vivo sem pressa
O labor do dia certo
Vejo o fim, no que começa
Sinto que um dia desperto

Vejo o pó que cobre a estrada,
O vento que nela passa,
Apaga minha passada.

Uma fruta sob o sol,
Amadurece o meu dia.

Uma vela empurra o Mar...

Quem conjuga o verbo Amar?


(se soubesse, lhe diria).

2 comentários:

  1. MNEMOSINE

    A poesia é filha
    do olvido, se ouvido.

    O ouvido do Nico
    (nunca eu o olvido)

    é caminho fino
    para a poesia.

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